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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

TROMBOSE E O ANTICONCEPCIONAL!

 Universitária descobre trombose venosa cerebral após uso contínuo de anticoncepcional

A universitária Juliana Pinatti Bardella, de Botucatu, interior de São Paulo, descobriu uma trombose venosa cerebral após fazer o uso contínuo de anticoncepcionais, recomendados por um médico. Ela narrou sua história pelo Facebook, nesta terça-feira, 2, e tem sido amplamente compartilhada na rede social.

No texto, Juliana conta que procurou uma médica do hospital de sua cidade porque sentia fortes dores de cabeça, mas recebeu apenas um diagnóstico de enxaqueca e não pediu exames neurológicos mais profundos, mesmo depois que ela mesma insistiu para fazer.

"Era sexta-feira, dois dias após ter ido ao hospital. Acordei pela manhã para ir à aula, quando fui levantar da cama minha perna direita não respondeu ao meu comando, mas com algum esforço levantei. Escovando os dentes percebi que minha mão direita também não estava normal. Tentei me vestir, sem sucesso. Aquilo estava muito estranho, então não fui a aula e resolvi esperar passar. Não passou", descreveu.

Depois de ter a visão prejudicada, mais dor de cabeça quando passou o efeito do remédio para enxaqueca passou e não conseguir fazer atividades simples do dia a dia, ela conseguiu autorização para fazer uma ressonância magnética e chegou ao diagnóstico: trombose venosa cerebral, é um tipo de acidente vascular cerebral em que um coágulo de sangue entope uma das veias do cérebro, impedindo a circulação de sangue e a oxigenação.

"Foi um choque, não consegui entender bem o que estava acontecendo, o médico me perguntou se eu tomava anticoncepcional, eu disse que sim, há cinco anos, e então ele disse que essa poderia ser a causa do problema. Cinco anos de Yaz, três ginecologistas diferentes, e nenhum me alertou sobre a trombose, mesmo perguntando a respeito, nenhum falou que seria um risco. Não tenho histórico familiar, não sou fumante e os exames de sangue estavam normais, não tinha predisposição a ter trombose", explicou.

O post já foi compartilhado por 17 mil pessoas em menos de 24 horas e serve como um alerta para mulheres que usam anticoncepcionais.

Leia o texto na íntegra:

"Última cartela. Último comprimido.
Começou com uma pequena dor de cabeça. A dor foi aumentando gradativamente durante três semanas, até ficar insuportável.
Fui ao hospital em Botucatu, onde a médica me receitou remédios para enxaqueca, não pediu nenhum exame e não quis me encaminhar para um neurologista (mesmo com minha insistência), pois disse que não era o caso.
Era sexta-feira, dois dias após ter ido ao hospital. Acordei pela manhã para ir à aula, quando fui levantar da cama minha perna direita não respondeu ao meu comando, mas com algum esforço levantei. Escovando os dentes percebi que minha mão direita também não estava normal. Tentei me vestir, sem sucesso. Aquilo estava muito estranho, então não fui a aula e resolvi esperar passar. Não passou.
Alguns minutos depois peguei o celular para fazer uma ligação, mas foi muito difícil, fiquei muito tempo olhando para a tela sem saber o que fazer, como se tivesse esquecido como manusear um telefone. Deixei o celular de lado e fui ao banheiro, e para o meu maior desespero não sabia mais usar o banheiro, fiquei olhando pela porta e não sabia mais por onde começar, como isso era possível?
Minha visão começou a ficar turva depois de algum tempo. Já não conseguia fazer nada sozinha, não realizava nenhum raciocínio básico.
Minhas amigas que moram comigo me socorreram, me ajudaram a usar o banheiro, fizeram as ligações que eu precisava, me ajudaram a comer, e principalmente, me mantiveram calma para esperar até que minha mãe ,vindo de outra cidade, chegasse.
Meus pais resolveram me levar com urgência para um hospital em São Paulo, na viagem o efeito do remédio para enxaqueca havia passado, a dor voltou muito mais forte.
No hospital realizei alguns exames, administraram três medicamentos para a dor, sem sucesso, a dor continuou forte. Em poucas horas fui chamada para saber o resultado dos exames e na ressonância magnética foi diagnosticada trombose venosa cerebral.
Foi um choque, não consegui entender bem o que estava acontecendo, o médico me perguntou se eu tomava anticoncepcional, eu disse que sim, há cinco anos, e então ele disse que essa poderia ser a causa do problema.
Cinco anos de YAZ, três ginecologistas diferentes, e nenhum me alertou sobre a trombose, mesmo perguntando a respeito, nenhum falou que seria um risco. Não tenho histórico familiar, não sou fumante, e os exames de sangue estavam normais, não tinha predisposição a ter trombose.
Foram três dias dentro da UTI, e um total de quinze dias de internação. A causa era mesmo o anticoncepcional, um remédio que era pra estar me ajudando, mas que ali poderia ter me causado uma seqüela irreparável ou até mesmo algo pior.
De certa forma me culpei por ter ignorado as notícias sobre a trombose que via na internet ou que ouvia falar. Confiava demais no YAZ, confiava demais em mim mesma, pensava que aquilo não iria acontecer comigo.
Após o diagnostico parece que virei um imã de histórias de trombose, ouvi incontáveis casos como: a amiga que teve trombose na perna ou no braço, a outra amiga também com trombose venosa cerebral que teve que realizar cirurgia, a menina que tem que tomar anticoagulante pro resto da vida por causa da trombose, e o pior, como a amiga que morreu de tromboembolismo pulmonar.
Todos os casos eram mulheres jovens e que tomavam anticoncepcional.
Não sou contra o anticoncepcional, acredito que ele traga benefícios sim, mas sou contra a negligência de se receitar anticoncepcional indiscriminadamente sem informar adequadamente seus riscos, e da própria negligência de tomar um medicamento durante tantos anos sem desconfiar que poderia ser prejudicial e poder levar até mesmo a morte.
Mulheres, preocupem-se, pesquisem e perguntem!"

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

França suspende venda de pílula Diane 35


A França suspendeu hoje a venda da pílula Diane 35, ligada à morte de quatro mulheres em 25 anos, anunciou a Agência de Segurança Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (ANSM) francesa.

O diretor da ANSM, Dominique Maraninchi, disse em conferência de imprensa que a medida será aplicada de modo faseado durante três meses para permitir às utilizadoras do medicamento encontrarem uma alternativa.

A ANSM tinha anunciado no domingo que relacionou a Diane 35, do laboratório Bayer, com quatro mortes por trombose venosa, depois de uma investigação que começou com a denúncia de uma jovem vítima de um acidente vascular cerebral.

O medicamento é autorizado para tratar a acne, mas os médicos têm-no receitado como contracetivo porque impede a ovulação, disse Maraninchi.

"Este medicamento não está autorizado para utilização como contracetivo", insistiu, adiantando que existem em França "muitos contracetivos alternativos que podem ser usados".

Em 25 anos, quatro mulheres morreram de coágulos sanguíneos atribuídos à Diane 35, segundo a ANSM, que indicou que mais de 300 mil mulheres usam o medicamento como contracetivo em França.
 
No último domingo (27), o Ministério Público francês abriu um inquérito preliminar para avaliar 14 casos relacionados ao uso da Diane 35.

O medicamento também é comercializado no Brasil e está sendo avaliado pelas autoridades de saúde. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que está acompanhando o caso para avaliar que medidas devem ser tomadas.

Segundo informações da agência brasileira, até o momento, não foram notificados relatos de profissionais de saúde sobre problemas envolvendo o uso do Diane 35. No Brasil, a bula do medicamento já traz alertas referentes ao risco de trombose arterial ou venoso devido ao uso do produto.
 
Fonte: DN Globo e O Globo

quarta-feira, 9 de maio de 2012

A Morte da Formosura


Este post é uma espécie de lamento, por um aspecto da nossa cultura que está a morrer, e que poderá nunca mais ressurgir. É a formosura. A formosura está a morrer. Há muitas definições de formosura. Por mim, defino-a, aqui e agora, como uma combinação equilibrada, e mutuamente enriquecedora, de beleza e inocência. Noutros tempos, as mulheres gostavam de projetar uma imagem de inocência. Não pretendo com isto idealizar o passado, nem, sendo a concupiscência o que é, tenho quaisquer ilusões acerca das virtudes dos nossos avós. Mas, noutros tempos, as coisas eram diferentes. Em primeiro lugar, quase todas as mulheres bonitas gostavam de projetar em público – independentemente dos seus estados de alma – uma imagem de inocência e de virtude. E é essa combinação de beleza e inocência que define a formosura. De uma maneira geral, e por natureza, esta combinação traz à superfície as melhores qualidades dos homens, mais ainda, o melhor que há neles. Esta combinação de beleza e inocência, a formosura, suscita nos homens o desejo de a defender e a proteger. As jovens de hoje não parecem aspirar à formosura, preferindo ser picantes. Ora, ser picante é uma coisa completamente diferente. E, quando as mulheres preferem ser picantes a ser formosas, é porque se veem com determinados olhos; consequentemente, os homens também olham para elas doutra maneira. Como já observei, a formosura traz à superfície os mais nobres instintos masculinos, que são proteger e defender. A formosura é apreciada. Já o picante é um produto, cujo valor é temporário e destinado a ser usado. É um bem de consumo. Não há domínio em que este déficit de formosura seja tão manifesto como no das «estrelas», aquelas pessoas que elevamos ao nível do «ideal». As estrelas dos anos 50 cometiam indubitavelmente os mesmos pecados que as estrelas nossas contemporâneas; as estrelas dos anos 50 não eram ideais, mas visavam um ideal público diferente do dos nossos dias. Não é nada difícil perceber as vantagens do picante relativamente ao formoso – e nem era preciso terem feito um musical a explicá-las, mas até fizeram. Ninguém pode esquecer a formosura de Olivia Newton John no começo de Brilhantina. Olivia era bela e inocente. Mas o desejo de ser desejada fá-la repudiar o que nela tinha valor, na vã expectativa de captar as atenções de um rapaz. Pelo caminho, destrói a sua inocência e destrói a formosura. Fica apenas o picante. E o picante é um bem de consumo, que consome enquanto é consumido, mas que não aquece por dentro. Em geral, as raparigas já não querem ser formosas (quando percebem o que isso quer dizer). É uma ironia que 40 anos de emancipação feminina apenas tenham conseguido transformar as mulheres num bem de consumo, numa coisa que se usa e se deita fora. Naturalmente que os homens também desempenharam um papel neste processo, mas as mulheres deviam ser mais cautelosas, como aliás sempre foram. Antigamente, as raparigas distinguiam o tipo de mulheres com quem os homens saem do tipo de mulheres com quem se casam; hoje em dia, já não fazem essa distinção. Mas a verdade é que, na sua maioria, os homens preferem a formosura ao picante. Eu ainda andava no 6º ano, e já detestava a Olivia Newton John «picante», e tinha pena que ela tivesse tido de se degradar daquela maneira. E ainda tenho. O nosso problema é que a sociedade deixou de dar valor à inocência, real ou imaginada. Já ninguém aspira a ser inocente. As raparigas já não querem ser tidas por inocentes, por boas meninas; não querem ser formosas, querem ser picantes. Mas eu ainda tenho a esperança de que a formosura volte a estar na moda, embora me pareça que não será para breve: por cada Taylor Swift, há hoje uma centena de Megan Fox, Lindsay Lohan, Miley Cyrus, etc.

Meninas, por favor, recuperem a formosura!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Onde posso encontrar um homem bom?

 

Tradução por Rafaela Nascimento

Todas as mulheres merecem um homem que tenha uma coisa em mente: fazer a vontade de Deus. Portanto, espere por um homem cuja intenção seja a de te amar castamente e te levar a Deus. Não se contente com menos. Você pode estar pensando: "Ah, tá! Mas onde vou achar um homem assim? Eu estarei em um asilo quando ele aparecer". Coloque o problema nas mãos de Deus. Deixe Deus se preocupar com a construção da sua vida. Muitas vezes, as pessoas estão tão preocupadas em encontrar O par perfeito que acabam perdendo a oportunidade de servir a Deus enquanto são solteiros. A sua parte é oferecer esse tempo para Cristo. Mantenha seus olhos n’Ele ao invés de em potenciais futuros maridos.

Eu acredito firmemente que os casamentos mais fortes são aqueles em que tanto o homem quanto a mulher, antes do casamento, abraçaram o dom da solteirice. Muitas vezes nós não aceitamos esse dom, porque ficamos esperando o casamento ou nos acabando para manter relações passageiras. São Paulo disse: "Aprendi a contentar-me com o que tenho" (Fp 4:11). Se uma mulher não aprender a ser feliz agora, então quando casar, ela pode acabar desejando que tivesse permanecido solteira. Afinal, o casamento não a muda interiormente, você ainda será a mesma pessoa de antes.

Além disso, se uma mulher é feliz e satisfeita com a sua situação atual, ela fica mais atraente. Na verdade, a Bíblia diz que a esposa ideal, "ri-se do dia de amanhã" (Pv. 31:25), ela antecipa o futuro com alegria, confiando na bondade de Deus. Antes que nós possamos ter um casamento feliz, precisamos aprender a ser uma solteira feliz. Dessa forma, nossa felicidade não irá depender de coisas exteriores, mas será baseada em uma alegria interior. Uma vez perguntei a uma Missionária da Caridade se ela estava feliz na cidade para onde tinha sido mandada, esta cidade ficava a milhares de quilômetros de casa. Ela respondeu: "Em qualquer lugar. Onde quer que Jesus queira que eu esteja, é onde eu estarei feliz". Assim, aprenda você também a encontrar a sua alegria através da confiança em Deus. Depois do casamento, você pode nunca mais tempo ter para servir a Deus sem restrições.

O melhor marido e pai será aquele homem que foi um solteiro sincero para com Deus. Então, que vocês dois sejam assim. Se você quer um homem de Deus, torne-se uma mulher de Deus. Afinal de contas, homens virtuosos procuram por mulheres de virtude. Imagine todas as características que você procura em um esposo: que seja fiel, santo, respeitoso, amoroso, puro, e assim por diante, e se pergunte "A julgar pela maneira como eu vivo, eu mereço um homem como esse?". Se não, então torne-se uma mulher que mereça. Todo mundo comete erros, mas todos são capazes de transformar as coisas ao redor e optar por viver uma vida virtuosa.

À medida que você crescer na virtude, você terá um tremendo impacto sobre os homens. Muitas mulheres ficam desanimadas com o tipo de homens que conhecem por aí. Mas o tipo de homens que uma mulher atrai, depende exclusivamente dela. Uma certa mulher disse, "Ele vai ser tão cavalheiro quanto eu exigir que ele seja". O fato é que o homem possui um desejo inato de agradar as mulheres, e uma mulher que estabelece padrões elevados terá maiores chances de atrair homens dispostos a atender esse padrão. Se um homem quer desfrutrar da companhia de uma mulher, ele não vai ter medo de ser um cavalheiro. Enquanto as mulheres disserem que isso é irreal, elas continuarão se frustrando e continuarão a se contentar com menos.

Ah se as mulheres soubessem o poder que elas tem de transformar meninos em homens de verdade!
 
Eleve o seu padrão. Procure por um homem que tome a iniciativa em definir a base para um relacionamento casto. Imagine se todas as jovens de uma escola ou faculdade decidissem fazer isso. Com certeza, muitas delas não teriam encontros para o o próximo fim de semana, mas enviariam uma mensagem clara aos meninos, de  que elas falam sério sobre quererem ser amadas. Os rapazes logo aprenderiam a ser dignos das mulheres!

Enquanto isso, reze para o seu futuro marido e para o discernir na sua vocação. Certa vez li sobre uma garota de quinze anos, que em uma noite qualquer de Dezembro sentiu que deveria rezar por seu futuro marido. Quando ela o conheceu algum tempo depois, ela descobriu que na noite em que rezava por ele, ele estava em uma batalha e que quase todos os seus companheiros foram mortos, enquanto a sua vida foi poupada. Deus ouve nossas orações.

Então fique em paz, e saiba que Deus se importa com os desejos do seu coração. Aquele que criou o universo, não negligencia os menores detalhes.

Um dia em Calcutá um homem que tinha uma filha doente veio a Madre Teresa. Ela não tinha o medicamento específico que a criança precisava, pois tinha que ser trazido de fora da Índia. Enquanto falavam, um homem veio com uma cesta de remedios, e em cima de todas as outras caixas estava exatamente o remedio que a criança precisava. Madre Teresa disse: "Se tivesse por baixo das outras caixas, eu não teria visto. Se o remedio tivesse chegado antes, eu não teria visto. Mas  naquele momento, dentre os milhões e milhões de crianças no mundo, Deus, na sua infinita misericordia estava tão preocupado com esta criança das favelas de Calcutá, que enviou a quantidade certa do remedio para salvar essa criança ".

Assim, saiba que o seu futuro esta em boas mãos!

O original pode ser lido aqui:

http://www.chastity.com/chastity-qa/dating/finding-love/where-can-i-find-good-guy-al

domingo, 5 de dezembro de 2010

Admirável testemunho de radicalidade católica - contra o uso de preservativos

"Escreve-vos de coração aberto um seropositivo em VIH/HIV, que embora não se encontrando no fulgor da sua juventude, optou pela abstinência total; ou seja, dentro do matrimónio, já que não conceberia ter relações fora deste.

Porquê tal decisão? Por amor a Deus Nosso Senhor que sempre me protegeu e à minha muito amada mulher, que graças a Ele não cheguei a contagiar. Perguntar-me-ão: foi difícil a opção assumida? Dir-vos-ei com toda a honestidade: cresceu dentro de mim naturalmente e sempre que a tentação me bate à porta, agradeço ao Senhor por me pôr à prova e “parto para outra…”.

É difícil à Igreja transmitir no mundo de hoje a opção pela abstinência, mas não tenho dúvidas que com a adequada formação espiritual e de cidadania no que ao respeito pelo próximo concerne, a mensagem conseguirá passar.

Peço-vos, com toda a humildade que me vai no coração, que rezem por todos os seropositivos, incluindo o signatário, para que saibam sempre em total amor ao próximo, não se transformar em factores de transmissão da doença, pela abstinência, no que às relações sexuais se refere"

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JPR