Todos os casos eram mulheres jovens e que tomavam anticoncepcional.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
TROMBOSE E O ANTICONCEPCIONAL!
Todos os casos eram mulheres jovens e que tomavam anticoncepcional.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
França suspende venda de pílula Diane 35
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Homeopatia e Catolicismo são compatíveis?
Segundo Dom Estêvão Bettencourt, em seu opúsculo para a Escola Mater Ecclesiae:
1.Etimologia
Apalavra homeopatia vem do grego, ou seja, dos vocábulos homoios, semelhante,e pathos, dor, enfermidade. No início do século XIX, tal palavra foicriada para designar o sistema de prática médica fundado em Leipzig (Alemanha)pelo Dr. Hahnemann em 1796. Essa nova terapia se opunha à alopatia (do gregoallos, outro) ou à medicina convencional. Baseava-se num princípio muito caro aos antigos, que rezava: Similia similibus curantur, (as coisas ou os efeitossemelhantes curam-se com coisas ou efeitos semelhantes) e proclamava o seguinte programa: as doenças sejam tratadas por doses mínimas de remédios que produzirão em pessoas sadias os mesmos sintomas que produzem nos enfermos dessa doença ou os mesmos sintomas que causam em pessoas enfermas.
2.Em que consiste a homeopatia?
Ahomeopatia ou homeoterapia é um sistema médico fundado no séc. XVIII porChristian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843). Apresentando uma doutrina coerente, se bem que maleável, a homeopatia baseia-se no princípio da similitude, no princípio da diluição ou atenuação da substância medicamentosa,e ainda nos princípios de individualização do doente e do remédio.
2.1.Descoberta do princípio de similitude
Insatisfeito com a medicina de seu tempo, Hahnemann interrompeu a prática clínica e dedicou-sea traduzir livros médicos como ganha-pão. Em 1790, com 35 anos de idade, ao traduzir a obra A Matéria Médica, de William Cullen (1710-1790), ficouintrigado pelas explicações dadas a respeito das propriedades da quina.
Hahnemann decidiu experimentar em si mesmo a ação da droga, tomando durante vários diasfortes doses. Observou o aparecimento de sintomas de um estado febril intermitente, semelhante às febres curadas pela quina. Concluiu então que assubstâncias que provocam uma espécie de febre cortam as diversas variedades de febre intermitente.
Hahnemann realizou, em si e seus discípulos, experiências semelhantes com o mercúrio, abeladona, a digital e outras drogas, chegando sempre a resultados idênticos.Formulou então o princípio similia similibus curantur (os semelhantes sãocurados pelos semelhantes), base de sua doutrina homeopática. Retomandocontato com alguns aspectos da tradição hipocrática (principalmente o seu sintomatologismo), Hahnemann expõe suas concepções médicas sucessivamente no Organonder Heilkunst (1810; Sistema de medicina), em Reine medizinischeWissenschaft (1811-1821; Ciência médica pura), e em Homöopathische Lehreund Behandlung der chronischen Krankheiten (1822; Teoria e tratamento homeopático das doenças crônicas).
Atualmente,poderia formular-se o princípio essencial da homeopatia da seguinte forma: todasubstância que, em dose ponderável, é capaz de provocar no indivíduo sadio umquadro sintomático dado, pode também fazer desaparecer sintomas semelhantes noindivíduo doente, se prescrita em pequenas doses.
2.2.Princípio de diluição ou atenuação
Na definição de homeopatia, está já incluído um outro princípio cuja descoberta sedeve igualmente a Hahnemann. Para a medicina homeopática, o processo depreparação dos medicamentos baseado em diluições infinitesimais seria capaz de desenvolver extremamente as virtudes medicinais dinâmicas das substâncias grosseiras.
A diluição hahnemanniana é preparada de acordo com o método dos frascos separados, em diluições decimais ou centesimais, as quais são as mais usadas na França e no Brasil. Para obter a primeira diluição centesimal, coloca-se no primeiro frasco uma parte ponderável do medicamento e completa-se com cem partes, em volume, do veículo. Para obter uma segunda diluição centesimal, uma parte do volume da primeira diluição é despejada no segundo frasco e acrescentam-se 99 partes, em volume, do veículo. Para as diluições ulteriores procede-se da mesma maneira até o último frasco. A escala decimal faz-se acompanhar por um X (ou um D). Se a escala é centesimal, não é necessário adicionar sinal algum, embora se usem por vezes as letras CH ou apenas H.
2.3.Princípio de individualização do doente
Na perspectiva hahnemanniana, não existem propriamente doenças, mas doentes. Sendo toda doença individual, todos os sintomas têm importância, pois traduzem a reação individual do doente. É indispensável individualizar a doença e a forma que ela reveste no sujeito considerado. Conseqüentemente, cada forma clínica é ao mesmo tempo uma forma terapêutica. Embora todos os sintomas sejam importantes, não deixa de ser necessário avaliar a importância peculiar de cada um deles e, eventualmente, sua significação especial no conjunto.
2.4. Individualização do remédio
Se a doença exprime seus caracteres pelos sintomas que provoca no homem doente, é por aqueles que provoca no homem sadio que o remédio exprime os seus efeitos.À imagem da doença corresponde uma contra-imagem do remédio. As características do remédio são obtidas pela experimentação no homem sadio.
3.Evolução da homeopatia
Ainda em vida do mestre, mas, sobretudo, após sua morte, os discípulos de Hahnemanndivergiam quanto à atitude a adotar frente à medicina dominante: os 'puros'defendiam uma orientação exclusivamente homeopática, enquanto os 'ecléticos'eram favoráveis à utilização de outras terapêuticas, sempre que necessário.
Se bem que continue sendo uma corrente minoritária dentro da medicina contemporânea, a homeopatia, favorecida por um renascimento do hipocratismo,tem obtido nos anos mais recentes uma audiência crescente. Os autores homeopatas assinalam mesmo uma convergência entre as suas concepções fundamentais e as principais descobertas da medicina moderna oficial, pondo ao mesmo tempo em relevo o uso diferente que fazem dessas descobertas.
A vacinação, as curas realizadas com princípios extraídos das próprias manifestações patogênicas, os antibióticos (em homeopatia, substituídos pelosnosódios e bioterápicos, simples ou complexos), os tratamentos de alergias baseados em específicos individuais, aparentam-se ao princípio da similitude hahnemanniano. Quanto à atenuação da substância medicamentosa, os homeopatas observam que a medicina clássica faz hoje uso corrente de diluições elevadíssimas.
4.Conclusão
De toda esta explanação depreende-se que a homeopatia, como tal, não está associada ao Espiritismo nem a alguma corrente "mística".
O tratamento homeopático é compatível com a fé católica. Há mesmo muitas pessoas genuinamente católicas hoje em dia que se tratam pela homeopatia. Se os espíritas privilegiam tal tratamento, isto se deve a interpretações pessoais não obrigatórias.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Os Efeitos das Drogas Durante a Gravidez
O abuso do álcool, tabaco e diversas outras drogas causam problemas de saúde em qualquer pessoa; na mulher grávida os efeitos das drogas são agravados devido às complicações na gestação e no bebê as causas são piores ainda, pois o embrião é impedido de ter uma formação normal, com conseqüências que podem variar de ausência de membros, retardamento mental até desajuste social. Portanto, o uso de drogas e remédios inadequados durante a gravidez produz respostas diferentes no feto e na mãe, causando resultados mais graves no bebê do que na gestante.
As drogas e os medicamentos durante o processo da gravidez conseguem ultrapassar a barreira placentária e consequentemente atingir o feto. Uma vez passada essa barreira, o risco de causar danos ao feto aumenta muito, devido a elevadas dosagens que chegam até ao bebê, alterando a formação de seus órgãos em desenvolvimento. Drogas, como tabaco, cocaína, bebidas contendo álcool, medicamentos controlados entre outros, infelizmente são comuns em determinadas mulheres durante a gestação. Além de poder provocar um aborto, essas drogas alteram o desenvolvimento do embrião causando malformação congênita, problemas de crescimento, déficit intelectual, parto prematuro, descolamento prematuro da placenta. Também expõe futuramente a criança à possibilidade de ter problemas com os vícios, inadequação social, hiperatividade, dificuldades na atenção, no aprendizado.
São poucas doenças que justificam o uso de medicamentos durante a gravidez, como diabete, hipertensão e epilepsia. Deve-se levar em consideração a falta do acompanhamento médico no pré-natal e o sério problema da automedicação, costume talvez adquirido pela gestante antes da gravidez, mas que no período gestacional pode levar a transtornos graves para a mãe e bebê.
No passado, a medicina não conhecia os teratógenos, acreditava-se que o embrião estava protegido no ventre materno, livre de agentes ambientais. Em 1941 foi descrita a síndrome da rubéola congênita. Se durante a gestação, principalmente nos três primeiros meses, a mãe fosse infectada por esta doença, as conseqüências causavam aborto, morte fetal, parto prematuro e malformações no bebê. Então, descobriu-se que no útero, o bebê não estava totalmente protegido de agentes externos. No entanto o fato que levou a investigar os efeitos dos agentes externos no desenvolvimento embrionário foi a tragédia da talidomida.
Entre os medicamentos que causam deformações no bebê está a talidomida, que foi desenvolvido na Alemanha, em 1954, inicialmente como sedativo e para controle de vômitos, sendo inclusive usado pelas gestantes contra enjôos. Antes de ser vendida livremente, a talidomida foi testada em coelhos, não produzindo nenhuma alteração nestes animais. O uso de talidomida por mulheres grávidas ocasionou o nascimento de milhares de crianças com focomelia, que é o encurtamento dos membros junto ao tronco do feto semelhantes aos de uma foca ou com amelia, que é a ausência do membro. Estima-se que 10 mil crianças tenham sido atingidas pela talidomida, sem contar os casos de aborto.
A talidomida é um teratógeno potente, apenas um comprimido deste medicamento nos três primeiros meses de gestação é suficiente para provocar a focomelia. Outras conseqüências graves são defeitos na visão, audição, coluna vertebral e, em casos mais raros, no tubo digestivo e problemas cardíacos. Descobriu-se posteriormente que a talidomida não causa defeitos hereditários. Até hoje as más formações causadas pela talidomida são consideradas como o maior desastre da medicina. Em 2010, no Brasil foi sancionada uma lei que indeniza 277 vítimas da talidomida oficialmente reconhecidas.
O efeito da talidomida foi descoberto em 1961 e foi a tragédia causada por este medicamento que despertou no mundo científico o interesse por desvendar os riscos que os agentes químicos representam no desenvolvimento pré-natal. Em 1965 descobriu-se uma utilidade para a talidomida, desta vez no tratamento da hanseníase e assim passou a ser reintroduzido no mercado brasileiro. Depois esta droga passou também a ser utilizada no tratamento contra aids, lupus e alguns tipos de câncer. O uso da talidomida é proibida para mulheres em idade fértil em todo o território nacional. No entanto, apesar da proibição, pode ser receitada pelos médicos em casos especiais. Mas, mesmo com a assinatura no Termo de Esclarecimento aos Pacientes e Termo de Responsabilidade Médica, tanto médico como paciente podem ser responsabilizados, com punições legais, pelo mau uso da droga. Deve-se ressaltar que a talidomida inibe o efeito dos anticoncepcionais e que o homem que faz uso da talidomida também deve evitar gerar filhos. Ainda não é conhecido o período seguro para a eliminação da talidomida pelo organismo, mas estima-se o prazo mínimo de um ano após o uso desta substância para que o bebê possa ser gerado com segurança.
Os calmantes são drogas com potencial teratogênico. Os calmantes não devem ser utilizados durante a gravidez por desenvolver no embrião malformações graves, depressão do sistema nervoso central e flacidez da musculatura do bebê. Se o calmante for utilizado pela gestante nos três primeiros meses de gravidez pode resultar no embrião malformações na boca, como lábio leporino e fenda palatina. Se a gestante continua utilizando calmante após os três primeiros meses de gravidez, o bebê ao nascer pode apresentar síndrome de abstinência, caracterizada por tremores, dificuldades respiratórias, irritabilidade, inquietação, vômitos. Os calmantes também provocam distúrbios do sono e dificuldade de alimentação nos recém-nascidos. Futuramente, a criança corre o risco de se tornar dependente do medicamento que foi utilizado pela mãe durante a gravidez.
O tabaco é a droga mais consumida durante a gravidez e é o maior responsável por abortos espontâneos e atraso do crescimento do feto. A nicotina ultrapassa a barreira placentária com facilidade. A associação entre tabagismo e problemas na gravidez foi detectada na década de 1950. O tabaco, com suas várias substâncias prejudiciais, como o monóxido de carbono e a nicotina, alteram o funcionamento da placenta, prejudicando o bebê. O monóxido de carbono altera o desenvolvimento fetal devido a sua afinidade com a hemoglobina, sendo transmitida, portanto ao feto pelo cordão umbilical, aumentando a concentração no seu organismo, causando apneia, reduzindo a passagem de sangue da placenta para o feto, diminuindo a oxigenação e a quantidade de nutrientes que chegam ao feto.
O uso do tabaco pela gestante gera efeitos danosos ao bebê, ocasiona baixo peso ao nascer, que é a principal causa de morte infantil. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos entre 1979 e 1983 constatou que se todas as mulheres parassem de fumar, o índice de mortalidade fetal e infantil seria reduzido em 70%. Esta pesquisa ainda revelou que o primeiro filho de mulheres que fumaram menos de um maço de cigarro por dia tiveram um risco de mortalidade 25% superior ao primeiro filho de mulheres não fumantes. Crianças filhas de mães que fumaram mais de um pacote de cigarro por dia apresentaram um risco de mortalidade de 56% a mais do que filhos de mães não fumantes. Foi observado que o segundo ou mais filhos de mulheres fumantes tiveram 30% de mortalidade maior em relação às crianças de mães não fumantes.
O tabaco pode gerar cólicas e irritabilidade no recém-nascido, causa lesões cerebrais que se manifestam na infância como TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), produz nas crianças expostas ao fumo quoeficientes de inteligência (QI) menores do que em filhos de mães não fumantes, riscos de doenças respiratórias, asma, alergias, distúrbios do sono e probabilidade da criança desenvolver no futuro o vício pelo tabaco. Além de todos esses efeitos, o tabaco causa o aborto espontâneo, descolamento prematuro da placenta, gravidez tubária, diminuição da produção de leite e aumento das complicações pré e pós-parto.
O tabagismo passivo é também um fator de risco no desenvolvimento embrionário. Deve-se atentar ao fato de que a mulher grávida que não é fumante, mas que está constantemente em contato com a fumaça do cigarro também está exposta e expõe seu bebê aos malefícios do fumo. Estima-se que uma hora de inalação passiva de fumo equivale inalar ¼ (um quarto) da nicotina normalmente eliminada em um cigarro.
O álcool é a principal droga utilizada no mundo e a ingestão de bebidas alcoólicas tornou-se comum na vida de grande parte das grávidas. Assim, o álcool tornou-se a principal causa de retardo mental não hereditário. O álcool, por apresentar baixo peso molecular, atravessa facilmente a barreira placentária chegando ao feto, sob grandes concentrações, causando alterações no desenvolvimento do feto, como malformações e risco de aborto espontâneo. Além disso, o álcool ingerido no desenvolvimento embrionário, traz conseqüências na infância, conhecida como Síndrome Fetal do Álcool, que atinge cerca de 40% das crianças, causando déficit intelectual, retardo mental, baixo peso ao nascer, microcefalia, anomalias faciais, problemas cardíacos e em outros órgãos. Também devido às calorias vazias do álcool, a desnutrição materna acarreta uma desnutrição no bebê. O uso do álcool durante a gravidez também é responsável por causar na criança problemas de aprendizagem, memória, irritação, falta de coordenação motora, dificuldades da visão, audição e linguagem. Quase metade dos jovens acima de 20 anos, filhos de mães que consumiram álcool na gravidez, apresentaram problemas escolares, judiciais, relacionado a comportamento sexual, álcool ou drogas.
Como é nítido, o álcool não é apenas um problema de saúde, mas é um problema social, acarretando situações nocivas não apenas aos adultos, mas também às crianças vítimas de mães irresponsáveis. Portanto, a saúde, toda a vida social e escolar de uma criança pode ser corrompida pelo uso do álcool da mulher durante a gravidez. Deve-se alertar que não há uma quantidade segura para o uso do álcool pela gestante e que foi observado que mesmo o uso moderado ocasiona dificuldades de comportamento e aprendizado da criança. Bebidas alcoólicas também não devem ser ingeridas durante a amamentação, pois o álcool é transferido para o leite materno.
Entre as drogas ilícitas a cocaína é a mais usada na América do Norte, tem uma ação tóxica direta sobre o desenvolvimento fetal, causando muitos efeitos pré-natais. A cocaína, também como o tabaco, produz substâncias que durante o desenvolvimento do feto, causam aborto, prematuridade, microcefalia, baixo peso ao nascer. A cocaína causa malformações físicas, como visuais, hidrocefalia, fissura labial e palatina, cardiomegalia (aumento do coração), ausência dos rins, além de problemas neurológicos, morte súbita em crianças pequenas e dificuldades no aprendizado. A cocaína atravessa a barreira placentária, age diretamente sobre o sistema nervoso fetal e provoca no feto reações semelhantes do que ocorre na mãe. A intoxicação aguda causada pela cocaína provoca efeitos devastadores nos primeiros anos de vida da criança.
A maconha é a droga ilícita mais utilizada durante a gravidez. O uso intenso da maconha durante a gravidez causa os mesmos efeitos produzidos pelo consumo de álcool. Questiona-se sobre a ação teratogênica ou não da maconha. No entanto, estudos demonstram que o uso da maconha durante o período da gravidez produz no recém-nascido tremores, dificuldades na amamentação, além de causar problemas de atenção, memória, raciocínio, impulsividade, hiperatividade e distúrbios de conduta.
Durante a gestação, no desenvolvimento embrionário, os cuidados para com o feto são essenciais, pois este é o momento em que os órgãos do embrião estão em formação, as células em mudanças contínuas. É durante o período embrionário que todas as estruturas internas e externas indispensáveis ao seres humanos são formadas. A mãe é o único meio de vida do feto, assim, suas atitudes podem influenciar muito no desenvolvimento do bebê. As conseqüências pelo uso de drogas durante a gravidez são visíveis e inegáveis, devido às malformações, os déficits que aparecem na infância e até sequelas que levam a morte da criança nos seus primeiros anos de vida. Contudo, os danos provocados pelo uso de drogas durante a gestação ultrapassam os limites da saúde da mãe e do bebê, causando prejuízos no âmbito social e escolar da criança. Portanto, as drogas na gravidez geram sofrimento da família e principalmente situações desastrosas na vida de um ser que mal começou a viver e já está exposto a tantos riscos. É necessário haver o respeito ao nascituro, que tem o direito de ser gerado com segurança e saúde.
Isis Sturzeneker Lemgruber
Sharla Maria Satheler Gonçalves
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http://www.maracajuspeed.com.br/?pag=ver_not&idNot=17585
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