segunda-feira, 18 de março de 2013
Mulher: respeito e dignidade
sábado, 2 de junho de 2012
O Zelo da Tua Casa me Devora
CONTRA A MARCHA OCORRIDA NO DIA 26 DE MAIO
Há uma semana, dia 26 de maio, aconteceu no Rio de Janeiro a “Marcha das Vadias”. Muito se comentou sobre o assunto e pouco se expôs sobre uma parte muito importante da verdade ocorrida no atentado contra a nossa Igreja.
Às 16h, um grupo de 300 mulheres invadiu a Missa das Crianças da Igreja Nossa Senhora de Copacabana, durante a Homilia. Uma dessas manifestantes estava seminua e gritava palavrões na frente dos fiéis, sendo necessário ao Padre celebrante chamar a polícia e esconder as crianças na sacristia para que não presenciassem mais aquela cena. Os pais foram tentar impedir a entrada das manifestantes no templo, para que este não fosse destruído, pois na fúria das “vadias” havia energia e pedras de sobra para tal feito. A polícia, para conseguir dominá-las, precisou utilizar spray de pimenta.
Um movimento que se esconde sobre a máscara – pois há muita sujeira debaixo dos panos - de ser “contra a violência à mulher” invade uma Igreja? Perturba a Missa das Crianças gritando palavrões em alto e bom som? Viola a Constituição Federal, num ato criminoso previsto no art. 5, inciso VI? Que movimento é este?
As crianças, que participaram da Missa e que deveriam estar hoje, às 16h, na Igreja, estão traumatizadas. São pequeninos que não entendem porque, do nada, surgem pessoas e profanam o lugar sagrado em que você se encontra. Anjinhos que se envolvem em coroações a Nossa Senhora, que estão iniciando a sua caminhada nas catequeses. Alguém pensou neles? Um movimento tem este direito?
Tudo o que foi falado sobre esta marcha (que acontecia simultaneamente em outros estados), além do feminismo e da cristofobia evidentes e da invasão (a pior parte), abre uma grande brecha para que estas mulheres sejam punidas judicialmente. Mas, infelizmente, esta parte não cabe a nós. Podemos e devemos denunciar e fazer a nossa parte, mas precisamos entender que “não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal espalhadas nos ares”. (Ef 6,12)
Realizar isto nos permite entrar em combate espiritual, que move o coração do Senhor e permite que muito seja alcançado e modificado. A Igreja é Mãe, e, como filhos e combatentes, é nosso dever olhar para “as cananeias sem fé” que aparecem por aí. Com um pouquinho de fé, estas mulheres podem voltar à casa do Pai e lutar ao nosso lado, quem sabe?
Esta marcha foi um ato profano, intolerante e contra todo o respeito ao sagrado, mas a Igreja sente por essas mulheres um profundo amor e compaixão e as convida a se reconciliar com a sua alma feminina, voltar para o projeto de Deus em suas vidas e sair desta atitude de revolta que não somente as destrói, mas as nossas famílias também.
Fica o convite, mas também o alerta, de que não vamos parar de lutar e defender a casa de Nosso Pai: “É que o zelo de vossa casa me consumiu, e os insultos dos que vos ultrajam caíram sobre mim.” Sl 68, 10 (Cf Jo 2, 17)
Autora: Alexandra Gurgel
Jornalista em formação pela PUC - Rio
Email: alexandragurgel@gmail.com
Twitter: @Alexandragurgel
Facebook: /alexandragurgel
sexta-feira, 18 de maio de 2012
#naopisenaminhafemelissa
O mal desse país é a falta de empatia. Empatia é o “colocar-se no lugar do outro”. Sim, porque só mesmo quem não consegue compreender o que sentem os católicos ao verem seus símbolos e imagens sagradas serem utilizadas de modo profano, para servir de cenário para uma modelo em poses sensuais vender sandália, pode achar bonita e normal essa campanha, que se chama “plastic dreams” e tem Alessandra Ambrosio como estrela.
Se você entrou aqui, viu isso e achou que não tem nada de mais, que estamos fazendo tempestade em copo d´água, veja bem: você tem esse direito, à sua opinião. Tem direito de achar ridículo – há quem ache que ridículo é usar sandália de plástico! – mas nem você nem a agência publicitária e nem a Melissa têm o direito a vilipendiar a minha fé, os objetos de culto e de veneração católica.
A campanha é composta de várias peças, não somente esta acima, mas não postarei os links para não dar o que eles querem de mão beijada: “ibope”.
Melissa era uma marca querida para mim, com lembranças da minha infância, mas depois dessa, não comprarei mais qualquer produto da marca, e incentivarei minhas amigas e meus contatos virtuais a também abrirem mão da marca, pois ela não respeita suas clientes católicas.
Denunciei ao CONAR e também nas mídias sociais com o mote (hashtag) abaixo:
#naopisenaminhafemelissa
Mulher Católica, você também é chamada a se manifestar ! Não deixe ninguém pisar na sua fé!
